COLÉGIO DECISÃO

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INTERAÇÃO DECISIVA

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Como o avião consegue voar sendo tão pesado?
Conteúdos: energia e potência
O SEGREDO DO AVIÃO - A diferença de pressão entre o ar que passa por cima e o que passa por baixo da asa faz com que o avião seja empurrado para cima. Ilustração: Milton Rodrigues Alves
O SEGREDO DO AVIÃO - A diferença de pressão
entre o ar que passa por cima e o que passa por
baixo da asa faz com que o avião seja empurrado
para cima. Ilustração: Milton Rodrigues Alves

Para voar, o avião necessita antes de tudo de velocidade, conseguida pela ação de um motor, responsável pela movimentação das hélices - que empurram o ar para trás e o avião para a frente, ou de turbinas. Quando o avião atinge determinada velocidade, são as asas que o fazem decolar. Elas têm a parte superior curva e a inferior quase reta. Quando o ar é cortado pela asa, ele atinge uma velocidade maior na parte superior (pois a superfície a ser percorrida é maior) do que na parte inferior. Isso causa uma diferença de pressão que empurra o avião para cima, superando seu peso. Na página Como Funciona, do site Sala de Física (geocities.yahoo.com.br/saladefisica/index.html), você encontra uma explicação detalhada sobre o funcionamento do avião e outras engenhocas.

sábado, 23 de abril de 2011

Parabéns!

O Colégio Decisão está feliz pelo aniversário da aluna do 7º Ano, Silvana Cardoso!!
Felicidades!!!!!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Conto: O gosto de uma lágrima.

Era uma vez uma jovem chamada Mariana e que não sabia chorar. Nunca em seus olhos havia rolado uma lágrima, nem mesmo quando era criança. Quando brincava com outras crianças e as vezes brigavam, ela nunca demonstrava fraqueza e muito menos arrependimento. Assim cresceu Mariana, garota de poucos amigos, bela e formosa, mas essas características eram ofuscadas pelo seu olhar seco e sombrio.
Um de seus poucos amigos, George, sempre a acompanhava onde fosse. Ele era um dos poucos a agüentar o temperamento de Mariana, ou melhor acho que era o único.
Todos na pequena cidade de Luxemburgo não entendiam o porque daquele comportamento. Quando ela passava logo diziam ao cochichos: - Não entendo como uma pessoa criada pelo Marcos e a Lúcia pode ter esse comportamento! Só pode ser gênio do diabo !
Muitas vezes Mariana escutara esses comentários, mas sempre suportava tudo, como prova: seu silêncio. O silêncio e a sequidão invadiam aquela face branca muitas vezes sem expressão alguma.
George, ao contrario de sua amiga, era uma pessoa bastante expressiva e preocupava-se muito com ela. Ninguém conseguia entender como aquelas duas criaturas de caracteres tão distintos podiam suportar um ao outro, e o mais estranho como Mariana, sendo como era, já não havia jogado aquela amizade fora e se afastado como dantes tinha feito com muitos.
O dia em que a vida de Mariana daria uma reviravolta estava próximo.
Certo dia, na escola, chegou um novo aluno o Henrique, vindo do sul do país. Garoto simpático e bastante atencioso, essas características foram as únicas que apareceram até agora.
Algo inédito aconteceu: os olhos de Mariana brilharam ao ver aquele rapaz, e um sorriso quis se formar em sua face. Ela mesma se assustou com aquela atitude, mas não conseguia resistir ao sorriso carismático de Henrique.
George logo percebeu que algo havia mudado nela, mas não quis puxar assunto e deixou passar. Na semana seguinte algo incrível acontece. A aula já havia começado e todos estavam na sala, menos Mariana, George já estava preocupado, quando de repente alguém surge a porta. Era Mariana, todos os olhares se voltam para ela e um forte e animado “Bom Dia”! sai da boca dela. Todos continuam olhando pra ela que caminha ondulante até seu lugar, mas não era só a atitude de Mariana que havia mudado. Suas vestes pretas e de cores mórbidas deram lugar a um lindo azul celeste que combina com seus olhos lindos.
Todos se surpreendem com aquela nova pessoa que acabara de surgir ali na frente de todos. Como uma garota fria, irredutível e seca havia dado espaço para uma garota vívida, terna e vistosa? Era o que todos da cidade comentavam agora.
Diante de toda essa mudança o George foi sondá-la para saber o motivo de tão repentina mudança. Então ela resolveu abrir-se para seu amigo que sempre esteve ao seu lado.
- Eu nunca pensei que algo assim aconteceria na minha vida!
- O que?
- O Henrique!
- Você está apaixonada por ele, não é?
- Sim, eu o amo.
Então ele confirmou o que já pensava.
- Então foi por ele toda essa mudança?
- Sim!
Enquanto falavam o semblante dela era pura felicidade e lividez.
Dois meses se passam depois dessa mudança brusca que mudou a vida de Mariana. Esses dois meses George havia passado em uma clinica, pois estava cirurgiado. Quando ele voltou muitas coisas haviam mudado, e pra sua surpresa maior Mariana estava namorando com Henrique.
Na cidade não havia outro comentário: - Que casal perfeito – Quando passeavam pela praça central arrancavam suspiros de todos que ali estavam. Mas uma coisa que os fofoqueiros sempre se perguntavam: - Nunca ninguém os viu se beijando, será que é namoro mesmo? –
Isso era verdade, Mariana não havia ainda dado seu primeiro beijo de amor em Henrique, por medo? Não sei! Mas esse dia chegou. Os dois estavam a beira de um lago, sentados em uma pedra, quando ele olhou nos seus olhos e começou a acariciar a face dela que era lívida e branca. Então as duas faces brancas e belas foram de encontro uma da outra, se podia ouvir ao fundo uma linda melodia vindo da cidade. Enfim seus lábios se encontraram e um lindo beijo aconteceu com o pôr-do-sol.
Agora era que a felicidade dela estava completa e também era agora a hora em que ela menos pensava em chorar. Um amor pode mudar uma vida e a quebra de uma ilusão pode destruí-la.
A felicidade de Mariana estava com seus dias contados, algo terrível viria abalar aquele amor que fazia seu coração bater mais rápido.
Era chegado o dia de seu aniversário, data nunca comemorada antes, e ela resolveu dá uma festa em sua casa. Convidou grande parte da cidade.
Chegou o tão esperado dia. Mariana estava esplendorosa, recebia os convidados e os presentes quando Henrique chegou com uma caixinha preta no bolso e se pondo de joelhos, abiu-a. Eis que dentro estava um lindo anel de compromisso, então foi feito e aceitado o pedido e os dois selaram o compromisso com um lindo e terno beijo. Antes do fim desse beijo ouviram uma voz vinda do palco era Vanessa, colega de turma dos dois, tomou o microfone do cantor e começou a falar:
- Esse noivado não pode acontecer!
Todos os olhares se fitam nela.
- Eu estou grávida dele! Do Henrique!!
Quando Vanessa disse essas palavras Mariana perdeu o chão. Ele tentava acalmá-la tentando se explicar, mas ela gritava desesperada. Não tinha o que explicar, era tudo verdade. Antes deles começarem a namorar, o Henrique já havia iniciado um outro relacionamento com Vanessa e ninguém desconfiava.
Houve um grande tumulto na festa, as pessoas ficaram horrorizadas com aquela história – Jamais pensei que um garoto com o esse pudesse fazer algo desse tipo – Disse uma senhora da cidade.
Não há sinal de lágrimas nos olhos dela, mas sim ódio e revolta. Esse ódio a leva a pegar uma faca que está em cima de uma das mesas e a enfiá-la no peito de Henrique. Ele cai sangrando no chão. Todos correm em direção a ele para socorrê-lo, ela aproveita e sai correndo. Chega até o logo onde havia derramado e dado todo o teu amor a Henrique na noite anterior.
Ela senta-se naquela mesma pedra e observa o reflexo da lua cheia na água, então em seu olho se forma uma lagrima e que escorre pelo seu rosto até sua boca. Daí ela pode sentir o gosto salgado de uma lágrima.
George, que a havia visto correr, saiu atrás dela, mas quando ele chega encontra apenas o corpo de Mariana boiando na água fria do lago. Ele não conteve as lágrimas nem os gritos, que ecoaram naquela noite triste.



Geildo N. Lúcio
UEPB.

Que alegria!

Hoje vai ter uma festa... uma não, duas! Pois duas alunas do 9º Ano do Colégio Decisão dividirão esse dia de felicidades. Vejam as duas queridas do dia: Parabéns!!!!!!!!!!!
Allicyα Estefαny
 Thereza Christina

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Guerra Fria

Socialismo x Capitalismo: o conflito central que marcou o desenvolvimento da Guerra Fria.
Encerrada a Segunda Guerra Mundial, observamos que o colapso do totalitarismo abriu portas para que Estados Unidos e União Soviética tomassem frente à reorganização do cenário político internacional. Uma primeira demonstração da cisão entre esses dois blocos aparece na própria ocupação da Alemanha, onde os dois países citados disputam palmo a palmo o território germânico. Com a construção do muro de Berlim, presenciamos a materialização dessa disputa.

Mais do que duas nações, Estados Unidos e União Soviética representaram o antagonismo entre dois modos de organização da sociedade, da economia e das relações políticas. Sendo assim, a chamada “guerra fria” simboliza o enfrentamento dessas duas ideologias fomentadas pelo suporte ideológico dos valores de ordem socialista e capitalista. Além disso, devemos destacar que a “guerra fria” ganha esse nome por não observarmos um confronto direto entre soviéticos e norte-americanos.

Na verdade, ao longo dessa época, a Guerra Fria se desenvolveu através de ações governamentais pelos líderes de cada bloco, cada um interessado em expor a hegemonia do sistema que representava. Desse modo, filmes, cartazes, textos e outras manifestações são vistas como um modo de propagandear a visão de mundo de cada um dos blocos. Apesar de significativas, tais manifestações culturais não encerraram a questão do desenvolvimento da guerra fria.

Visando manter a hegemonia em suas áreas de interesse, os envolvidos na Guerra Fria montaram grandes planos de ajuda financeira para auxiliar as nações que sofreram os efeitos e perdas decorrentes da Segunda Guerra Mundial. Entre os norte-americanos, o Plano Marshall determinou o envio de dinheiro para nações da Europa Ocidental e do Continente Americano. Já na União Soviética, o Comecon estabelecia os mesmos objetivos com os países integrados ao socialismo.

Além de tais recursos, os blocos desse sistema bipolar se envolveram em questões políticas que estavam relacionadas a expansão e a retração do capitalismo ou do socialismo ao redor do mundo. Sendo assim, a guerra fria é marcada pela intervenção ou o auxílio militar de exércitos que defendiam o interesse ideológico do bloco que representavam. A Guerra da Coreia, a Revolução Chinesa, a Guerra do Vietnã e a própria Revolução Cubana expõem a ação capitalista e socialista em tal situação.

Nessas situações de conflito indireto, acontecia paralelamente uma corrida tecnológica e armamentista que também demarcou o auge dessa disputa. O desenvolvimento de armas nucleares, o anúncio de novas tecnologias de destruição, o aprimoramento de armamento militar, a ampliação de exércitos e até a exploração espacial figuravam nesse outro braço da disputa dos blocos. Sendo assim, a Guerra Fria determinou o gasto de quantias exorbitantes.

Por volta da década de 1970, observamos que essa tensão passou a se enfraquecer com a assinatura de acordos que estabeleciam a distensão da corrida armamentista. Logo em seguida, o colapso da economia soviética determinou a realização de mudanças estruturais na economia da grande nação socialista. Ao fim da década de 1980, a crise do socialismo soviético e a queda do Muro de Berlim demarcaram historicamente a desintegração do bloco socialista e o fim da Guerra Fria.

Por Rainer Sousa
Mestre em História

Numerales Ordinales



0 - Cero 29 - Veintinueve
1 - Uno 30 - Treinta
2 - Dos 31 - Treinta y uno
3 - Tres 32 - Treinta y dos
4 - Cuatro 33 - Treinta y tres
5 - Cinco 34 - Treinta y cuatro
6 - Seis 35 - Treinta y cinco
7 - Siete 40 - Cuarenta
8 - Ocho 50 - Cincuenta
9 - Nueve 60 - Sesenta
10 - Diez 70 - Setenta
11 - Once 80 - Ochenta
12 - Doce 90 - Noventa
13 - Trece 100 - Cien
14 - Catorce 110 - Ciento diez
15 - Quince 145 - Ciento cuarenta y cinco
16 - Dieciséis 199 - Ciento noventa y nueve
17 - Diecisiete 200 - Doscientos
18 - Dieciocho 300 - Trescientos
19 - Diecinueve 400 - Cuatrocientos
20 - Veinte 500 - Quinientos
21 - Veintiuno 600 - Seiscientos
22 - Veintidós 700 - Setecientos
23 - Veintitrés 800 - Ochocientos
24 - Veinticuatro 900 - Novecientos
25 - Veinticinco 1.000 - Mil
26 - Veintiséis 1.100 - Mil cien
27 - Veintisiete 1.155 - Mil ciento cincuenta y cinco
28 - Veintiocho 2.000 - Dos mil

Gêneros literários

As origens da arte literária remonta às escrituras religiosas pertencentes ao Velho Testamento. Desde então, foi transformando-se, adquirindo forma e definição ao se integrar ao perfil das chamadas literaturas grega, helenística, romana e medieval. O ápice de sua existência figurou-se na época da Renascença, mais precisamente nos séculos XV e XVI em terras europeias, como Itália, França, Espanha e Portugal.

Contudo, de todas as produções artísticas do Ocidente, a de maior valor significativo foi a desenvolvida na Grécia entre os séculos V a.C ao V d.C, pois foi neste período que se criaram todos os padrões, inclusive os denominados gêneros literários, e todos os outros que nortearam as demais criações de todos os tempos.

O termo “gênero” origina-se do latim genus, eris, que significa nascimento, descendência, origem, e refere-se a um conjunto de características temáticas e formais intrínsecas às manifestações literárias. Sendo por muito tempo dividido em três categorias: épico, lírico e dramático. Tal divisão foi proposta na Grécia antiga (384 - 322 a.C.) pelo filósofo grego Aristóteles.

Atualmente, os estudiosos optam por classificá-los em: narrativo, dramático e lírico, visto que não se prioriza mais o gênero épico.

De uma forma mais concisa, enfatizaremos a seguir cada um deles, apenas para nos direcionarmos a estudos posteriores mais aprofundados:

Gênero narrativo – Assim como é conhecido hoje, desenvolveu-se a partir dos antigos poemas épicos, também conhecidos como epopeias, as quais eram representadas por narrativas em forma de versos, tendo como enredo principal os grandes feitos heroicos de um povo, aliando elementos terrenos com mitológicos e lendários.

Gênero lírico – O termo “lírico” é oriundo de um instrumento musical denominado lira, usado desde a Antiguidade clássica para acompanhar recitações das composições poéticas, proferidas em voz alta. Sua principal característica é a subjetividade representada pelo “eu lírico” manifestado por meio das construções poéticas.

Gênero dramático – A ele está associada a arte da representação. O enredo desenvolve-se por meio da encenação dos atores mediante a apresentação do espetáculo teatral. Neste contexto, figuram-se a participação de elementos extraverbais, tais como cenário, figurino, iluminação, sonoplastia, entre outros.

Neologismo


Os neologismos estão presentes nos bate-papos pela internet!
O próprio significado da palavra neologismo o define: nova palavra. Os neologismos são muito comuns na mídia e também com os recém-chegados como, por exemplo, a internet. Nesta, encontramos vários termos que acabaram se tornando cotidianos em nosso vocabular: deletar, printar, escanear, mouse, site e etc.

Esses termos surgem como um modo de suprir uma necessidade vocabular momentânea, transitória ou permanente.
Momentânea: surge bruscamente em um diálogo entre amigos. Pode até ter uma repercussão maior, mas acaba sendo esquecida com o tempo: somatoriar.

Transitória: aparece em um determinado grupo e se espalha para os demais. Pode tanto ser esquecida, como pode se tornar parte do vocabulário da língua: mensalão.

Permanente: surge rapidamente, mas por ser muito utilizada, acaba por se estabelecer de vez no idioma e se tornar parte do léxico: deletar.

Geralmente, os neologismos são criados a partir de processos que já existem na língua: justaposição, prefixação, aglutinação e sufixação.

Podemos dizer que neologismo é toda palavra que não existia e passou a existir, independente do tempo de vida.

Pode ser ainda a aquisição de palavras pertencentes à outra língua, como em alguns dos termos na informática, já citados acima. Ainda pode ser um novo sentido que damos a termos já existentes, como por exemplo, a palavra burro, que ganhou novo significado: pessoa que não é inteligente!

O neologismo está presente na representação de sons (puf!, Vrum!, miar, piar, tibum, chuá, cataplaft, etc) e na linguagem do msn (blz, flw, t+, qq, vc, ker, abc, xau, bju, etc).

Nesta última, até mesmo os próprios símbolos são neologismos, uma vez que estes representam a linguagem não verbal e são considerados como parte da língua: =) (feliz), =( (triste).

Nós, como falantes, sentimos necessidade em criar e recriar palavras e sentidos, pois a língua é viva e apresenta muitas possibilidades de transformações, inovações.

Um exemplo muito citado de neologismo está no poema de Manuel Bandeira que possui este mesmo título:

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Movimento uniforme

Movimento uniforme é todo movimento em que a velocidade escalar permanece constante e não nula (diferente de zero). 


No movimento uniforme o móvel percorre espaços iguais em intervalos de tempo iguais. Isso porque no movimento uniforme a variação de espaço Δs é diretamente proporcional ao correspondente intervalo de tempo Δt, pois em qualquer intervalo de tempo considerado nesse tipo de movimento a velocidade escalar é igual, coincidindo com a velocidade escalar média.


Logo:



No caso de t1 = 0, s1 será considerado o espaço inicial e será indicado por t0. Portanto, s0 é o espaço de um móvel no instante t  = 0.

Considerando então t1 = 0 e o espaço inicial como sendo s0, temos:



Seguindo a mesma lógica, para cada instante t3, t4, t5, etc, teríamos conseqüentemente espaços s3, s4, s5, etc:


Logo, a expressão que caracteriza o movimento uniforme é:



Movimento progressivo e uniforme é o movimento que se realiza no sentido positivo da trajetória. É o movimento em que os espaços crescem.

Movimento retrógrado é aquele que se processa no eixo negativo do eixo dos espaços. É o movimento em que os espaços decrescem.


Exercício

Temos um ciclista e um cachorro posicionados como na ilustração a seguir. O ciclista se move em movimento uniforme e sua velocidade é 4m/s. Qual a velocidade média do cachorro no momento em que intercepta o ciclista?



Em primeiro lugar, descobrimos o valor do espaço percorrido pelo cachorro através da relação de Pitágoras (a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa):


Para alcançar e interceptar o ciclista, o tempo percorrido pelo cachorro em sua trajetória deve ser igual ao tempo gasto pelo ciclista em sua trajetória. Ou seja, o tempo gasto pelo cachorro para percorrer 10m deve ser igual ao tempo gasto pelo ciclista para percorrer 8m.


Orações coordenadas

As orações coordenadas são aquelas que, apesar de apresentarem uma relação de sentido no contexto geral do período, podem ser entendidas individualmente, pois são sintaticamente independentes. Em outras palavras, se separarmos as orações coordenadas de um dado período, o sentido particular de cada uma delas não fica comprometido. Exemplos:

I. Levantei, tomei o café e corri para o trabalho.
II. Não quis comer, nem sair, nem mesmo receber visitas.

Reparem que se separarmos as orações o sentido de cada uma delas não se compromete:

I. Levantei./ Tomei o café./ Corri para o trabalho.
II. Não quis comer./ Não quis sair./ Não quis receber visitas.

O mesmo não pode ser dito da seguinte oração:
Esperamos que você volte em breve.

Tente separar as duas orações e verá que a segunda delas (que você volte em breve) fica sem sentido, incompleta. Como o seu entendimento depende da oração principal (Esperamos), chamamos essa oração de subordinada. Mas por agora nos deteremos apenas no estudo das orações coordenadas e deixaremos as subordinadas para o próximo tópico.

Como você já deve ter notado nos exemplos que apresentamos, as orações coordenadas podem ser separadas por conjunções ou simplesmente pelos sinais de pontuação, como a vírgula. Às orações separadas por conjução damos o nome de sindéticas (em grego, sindeton = conjunção) e, caso não haja conjunção, chamamos a oração de assindética (a é um prefixo grego que indica negação, ausência).

Orações coordenadas assindéticas:

As orações estão simplesmente justapostas, ou seja, colocadas lado a lado, sem nenhum conectivo de ligação. Exemplos:
Eu me casarei, terei uma nova vida, tudo de ruim ficará para trás.
As crianças estão com sono, não dormiram nada hoje.

Orações coordenadas sindéticas:

São ligadas por uma conjunção coordenativa. De acordo com a conjunção empregada, as orações coordenadas sindéticas podem ser classificadas em:

a) Oração coordenada sindética ADITIVA:

São aquelas que expressam a ideia de adição, soma, entre a oração principal e a coordenada. Quando o sujeito dessas orações for o mesmo, não se deve empregar a vírgula. As conjunções coodenativas aditivas são: e, nem, bem como, não só... mas também, não só... como também, não só... mas ainda, não só... bem como. Exemplos:

Alimentou-se bem e foi trabalhar.
Não foi à festa nem ao jantar.
Não só venceu como também bateu o record da competição.

b) Oração coordenada sindética ADVERSATIVA:

São aquelas que expressam a ideia de oposição ou contraste em relação à oração anterior. Antes das conjunções adversativas, é obrigatório o uso da vírgula. As conjunções coodenativas adversativas são: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante, antes (significando “pelo contrário”). Exemplos:

Estudou bastante, mas não foi bem na prova.
Correu muito, porém não chegou a tempo.
Amou-me, todavia não soube me esperar.

c) Oração coordenada sindética ALTERNATIVA:

São aquelas que expressam a ideia de escolha ou alternativa em relação à oração principal. Quando há mais de uma oração iniciada por conjunção alternativa, usa-se vírgula, caso contrário, a vírgula passa a ser prescindível. As conjunções coodenativas alternativas são: ou, ou... ou, ora... ora, quer... quer, seja... seja. Exemplos:

Volte no horário ou não sai mais.
Ou você vai à festa, ou você vai ao show.
Ora comia, ora falava.

d) Oração coordenada sindética CONCLUSIVA:

São aquelas que expressam a ideia de conclusão com relação ao que foi dito na oração anterior. As orações coordenadas conclusivas são sempre precedidas por vírgula. Conjunções coodenativas conclusivas: portanto, logo, por isso, por consequencia, por conseguinte, então, pois (somente após o verbo da oração coordenada ou entre elementos articuladores). Essas conjunções não necessariamente precisam vir no início da oração coordenada, mas caso elas venham deslocadas dessa posição devem ser colocadas entre vírgulas. Exemplos:

Você é o único que cozinha, é, pois, você que fará o almoço.
João passou na entrevista de emprego, portanto será admitido.
Perdeu a corrida, logo não levou o prêmio.

e) Oração coordenada sindética EXPLICATIVA:

São aquelas que explicam ou justificam a oração anterior. Emprega-se vírgula para introduzir tais orações. As conjunções coodenativas explicativas são: porque, porquanto, que, pois (sempre antes do verbo). Exemplos:

Espere um tempo, que isso se resolve já.
Não chegarei a tempo, porque o trânsito está engarrafado.
Não brinque com fogo, que você pode se queimar.
Não se atrase, pois você pode perder a prova.

*Obs.: Em um mesmo período, pode haver vários tipos de orações coordenadas. Exemplo:

Aprenda a desenhar: dica de desenho

Dica de desenho: Estrutura de desenho 2
Geralmente usa-se como regra universal de idealização de proporção, a cabeça como parâmetro de comparação para a manutenção destas proporções; o tamanho da cabeça serviria de elemento básico de relação para estabelecimento do tamanho do tronco, mãos, braços, antebraços, pernas, etc.

Como disse antes, estamos assumindo o gênero super-herói para construir estes conceitos sobre estrutura de desenho, por conta da dinâmica de movimento. Assim, dentro deste contexto, ao desenharmos uma figura humana masculina adulta ereta, dividimos sua proporção em aproximadamente oito cabeças ou nove cabeças, figuras femininas de sete a nove cabeças. Homens normais, por exemplo, podem ter de seis a oito cabeças em média, e mulheres em torno de seis a sete cabeças.Todos conhecem essa medição.

Estabelecemos aqui dois padrões de proporção com figuras humanizadas; não super-heróis. Você pode pesquisar bancos de fotografia de homens praticantes de fisiculturismo para ver como suas proporções ficam estranhas... Muitos, deles, que possuem uma estatura mediana parecem baixos e cabeçudos quando vistos em corpo inteiro... É importante estudar o que existe para depois aplicar estruturas de proporção diferentes, como os de um super-herói.



Mas é preciso tomar cuidado com esta matemática... Com esta maneira de estruturar proporção, porque ela é apenas uma “regra” válida apenas para o desenho de um homem de pé e em vista frontal, sem estar em outra perspectiva, como se estivesse sendo visto de cima ou de baixo, por exemplo... Se o personagem começa a se movimentar, a regra se complica porque o desenhista não pode perder a proporção assumida para o personagem quando ele está em movimento... Quando ele está saltando, se agachando... Quando está sentado, por exemplo.



É muito importante entender que proporção não é só matemática, é conceito... Não adianta apenas saber medir, o desenhista precisa aprender a controlar este conceito e obedecê-lo*! O que quero dizer, é que você não vai ficar medindo cabeças quando desenhar seu personagem sentado no chão, com o tronco curvado, por exemplo... Você vai ter que treinar seu olhar para entender os conceitos de proporção e de medição destas proporções que você assumiu para este personagem. Vai ter que aprender a ver... A perceber quando aquele braço está mais comprido, curto... Quando aquele tronco, perna, pé, mão, ombro, cintura estão fora de proporção em comparação com outras partes do corpo deste mesmo personagem. Para isso terá de entender e ler os padrões de proporção em termos de conceito.


Novamente, uma ferramenta muito útil é nosso velho amigo Jeremias... com ele, você pode definir estas formas estruturais de proporção.









Desenhistas mais experientes podem começar a desenhar a partir de qualquer parte do corpo porque já dominam grande parte do conhecimento necessário para a manutenção das proporções da figura e conseguem ver o desenho no papel, mesmo antes de começar a esboçar; se ele (ou ela) opta por iniciar o desenho pelo pé esquerdo da figura, esse pé pode ser levado como o parâmetro de comparação para as proporções de todas as outras partes do corpo. Você pode tentar isso, como um exercício para entender as relações de proporção entre as partes do corpo, mas se você ainda está inseguro, tudo bem... Use a cabeça como base. Vá devagar, no seu tempo.

* este ponto de obedecer o conceito de proporção que você, como artista, assume para seu personagem específico, será explicado mais tarde... paciência jovem padawan!

ARTES – GREG TOCCHINI E MARCELO CAMPOS

Texto adaptado: Quanta Academia de Artes

Núcleo celular: estrutura geral e funções

O núcleo celular é uma estrutura envolta por membrana que protege o DNA nas células eucariotas (desde fungos até plantas e animais). Há alguns organismos que não possuem núcleo e outras estruturas organizadas, os procariotos, como é o caso das bactérias.

A membrana do núcleo é denominada carioteca e é muito semelhante em composição à membrana plasmática, com dupla camada lipoproteica. Possui inúmeros poros, que permitem a comunicação com o citoplasma e o fluxo de diversas substâncias, como os RNAs. Observe a presença desses poros, nesta foto de microscopia de transmissão eletrônica ao lado. 

Na maioria de nossas células, há apenas um núcleo, esférico e de posição central, mas há células que não possuem núcleo (ex: glóbulos vermelhos) e células que possuem mais de um núcleo (ex: células musculares).

A matriz no interior do núcleo é o nucleoplasma, que semelhante ao citoplasma, forma um gel proteico onde todas as estruturas estão inseridas.

E que estruturas são essas? É no núcleo que estão nossos cromossomos, que comandam o funcionamento da célula, e é onde ocorrem os processos de replicação e transcrição. Na verdade, quando a célula não está em divisão, os cromossomos ficam de uma maneira mais relaxada, um pouco menos espiralada, que se dá o nome de cromatina. A função primordial do núcleo, portanto, é proteger o nosso DNA.

Outra estrutura visível ao microscópico é o nucléolo, que se encontra dentro no núcleo. Nesta região estão sendo transcritos os RNAs ribossômicos que formarão os ribossomos, estruturas indispensáveis para a síntese proteica. Como a taxa de formação desse tipo de RNA é muito alta, ele se acumula no núcleo e forma uma massa densa, o nucléolo.

O núcleo tem uma estreita relação com o Reticulo Endoplasmático, que contém ribossomos aderidos, que fazem a síntese de proteínas. Isso pode ser evidenciado na foto de microscopia de transmissão eletrônica ao lado (colorida artificialmente), onde o núcleo está representado em verde, o retículo endoplasmático em vermelho, os ribossomos em pontos pretos em volta do retículo e as mitocôndrias em turquesa. 


Se estiver interessado em aprender mais sobre células e suas estruturas, indico visitar alguns sites que possuem animações a respeito. O primeiro, mais simples encontra-se em português. O segundo, para quem entende um pouquinho de inglês, é muito interessante. Bons estudos!
FONTE:http://www.qieducacao.com/

Vestibulário e a Certeza da Incerteza





Leia e Divirta-se

Para que levar a vida tão a sério se ela é uma incansável batalha da qual jamais sairemos vivos ?!?!??!? " (Bob Marley)


Portanto:
Dance
dance
Beije!
beije
Relaxe!
relaxe
Divirta-se!
divirta-se
E seja feliz!!!!

Hoje é o dia internacional da alegria
Por favor, divulge esta mensagem a qualquer amigo... Assim como eu fiz.
Não me importa se você chupa cadeados,
Penteia lâmpadas,
Belisca vidros
Ou se alguma vez você pisou em cima...
Para mim, você é uma pessoa especial
Cada sessenta segundos que você passa mal-humorado, angustiado ou mal, é um minuto de alegria que não voltará.
dance2
Minha mensagem hoje é:
A vida é curta, quebre as regras, perdoe rapidamente, beije suavemente, ame de verdade, ria sem controle, e nunca se arrependa de algo que lhe fez sorrir...
Mensagem Anônima

FONTE: http://salveopiranhas.blogspot.com

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pontos Notáveis de um Triângulo R.e.C.






 
FONTE: http://matprofrenatas.blogspot.com/

MATEMÁTICA E ARTE

A ARTE DE M. ESCHER

***MAURITS C. ESCHER***


Maurits C. Escher nasceu em Leeuwarden, Holanda, em 1898, e morreu em 1972. Viveu (e estudou) em vários países, como Itália, Suiça e Bélgica. Morreu aos 73 anos, justamente quando estava se tornando conhecido mundialmente, não somente entre os matemáticos e cientistas (que foram os primeiros a se interessar pelo seu trabalho), mas pelo público, em geral. Um artista que conheça alguma coisa sobre Matemática é capaz de montar uma composição acerca de um tema matemático da mesma forma que os pintores da Renascença fizeram com temas religiosos, ou os pintores russos fizeram com os temas políticos. Entretanto, nenhum artista foi mais bem sucedido que M. Escher no tema “arte matemática”.











Entre a Arte e a Matemática Os trabalhos de Escher constroem-se, em grande parte, sobre o fascínio por alguns objectos e conceitos matemáticos (infinito, sólidos platônicos, rotações, simetrias, translações...). Não é pois de espantar que a sua obra tenha chamado à atenção de alguns matemáticos, como Penrose e Coxeter. Este último, nota que “...a qualidade estética da sua obra enriquece a dimensão Matemática da lógica, da geometria e do paradoxo e é por ela enriquecida...” (1988, cit. in Martinho, 1996).




Contudo, parece-nos importante referir que Escher nunca teve formação em Matemática. Aliás, como o próprio Escher referiu várias vezes, não se considerava um matemático. O que não o impedia de reconhecer a proximidade do seu trabalho à Matemática: “...apesar de não possuir qualquer conhecimento ou treino nas ciências exatas, sinto muitas vezes que tenho mais em comum com os matemáticos do que com os meus colegas artistas...” (1967, cit. in APM, 1998, p.9)


Digamos que Escher se “situa” algures entre a Arte e a Matemática, e que a sua obra concilia de forma extraordinária estes dois universos, o artístico e o matemático. O seu interesse pela expressão plástica de objectos matemáticos manifesta-se muito cedo e, posteriormente, como ele próprio refere “...confrontando os enigmas que nos rodeiam e considerando e analisando as observações que fazia, terminei nos territórios da Matemática...” (1967, cit. in APM, 1998, p.9) Seus trabalhos podem ser encontrados em todas as partes do mundo. Conheça um pouco deles nas próximas postagens. 
FONTE: http://matematicamaniaunijorge.blogspot.com/