COLÉGIO DECISÃO

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INTERAÇÃO DECISIVA

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Colégio Decisão: Educando para o trânsito


CONSCIENTIZAÇÃO NO TRÂNSITO
Trânsito – o que você sente quando escuta essa palavra?
Provavelmente não deve sentir as coisas boas ou agradáveis que todos nós gostaríamos, e é até natural que isso aconteça, diante de tantos exemplos que gostaríamos de esquecer.
Mas… quem disse que tem que ser assim pra sempre?

Independente de olharmos jornal, televisão ou internet ou ainda ouvirmos rádio, sempre nos deparamos com notícias trágicas do nosso trânsito. Ás vezes famílias perdem a vida em acidentes que poderiam facilmente ser evitados, pois a falta de costume no uso dos equipamentos de segurança é algo preocupante e difícil de assimilar.
Qualquer acidente decorre de pelo menos um desses três fatores: imprudência, imperícia e negligência. A imprudência é o desrespeito às leis de trânsito, como a ultrapassagem em local proibido e a transposição do sinal vermelho. A imperícia é a falta de habilidade e conhecimento para operar determinado veículo, como é o caso daqueles que dirigem sem habilitação. E a negligência é o descaso perante um problema conhecido, como um defeito no carro que é deixado de lado em vez de ser resolvido.

Marcos Scheibler
 
Resumindo esse três fatores, torna-se claro que os acidentes de trânsito são totalmente previsíveis.
Anualmente, morrem no mundo cerca 1,3 milhões de pessoas vítimas de acidentes de trânsito. No Brasil, segundo um estudo da Universidade do Rio Grande do Sul, esse número chega a 80 mil, o que significa que 219 pessoas morrem diariamente por causa da violência nas estradas e vias urbanas.
Preocupados com o elevado índice de infrações e acidentes de trânsito, percebemos a necessidade de implantar um programa educativo que pudesse interferir na realidade do complexo sistema de trânsito de nossa cidade.
Esse projeto visa conscientizar nossos alunos, pais e, consequentemente, familiares e amigos sobre a importância das regras de trânsito, tanto para os motoristas quanto para os pedestres. A ideia também é a de mudar atitudes para melhorar o trânsito e a qualidade de vida das pessoas. Na proposta curricular, o programa encontra correspondência no desenvolvimento de valores, atitudes, limites e ações de cidadania.
Final: Acreditamos que, mais do que tentar “modificar as atitudes” dos motoristas atuais, temos que formar futuros motoristas e pedestres conscientes e capazes de transformar o trânsito, tornando-o mais “seguro” e  “responsável”
Frases:
Vermelho para acidentes. Verde para a vida
“Se você tivesse outra chance o que você faria de diferente?”
contra altas velocidades

“- Está bem claro que você estava dirigindo muito rápido para lidar com situações inesperadas.
- Quanto maior a velocidade, maior o estrago.”
Não faça do transito uma guerra

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Abuso sexual


Em tese, define-se Abuso sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha ou o contato oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança. 
Ás vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a uma criança, incitar a elaborar material pornográfico ou obsceno.
Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintrigue ao descobrir seu segredo.
A criança que é vítima de abuso sexual prolongada, usualmente desenvolve uma perda violenta  da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode torna-se muito retraída, perder a confiança em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.
Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito pertubada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.
  Veja algumas imagens da apresentação, sobre o assunto, no Colégio Decisão:














segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alegria!

O Colégio Decisão é só alegria, pois hoje, o aluno Igo Matheus, do 9º Ano, e o professor de Matemática, Alison Hitler, estão completando mais um ano de vida. Parabéns!!!!!!!!!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Parabéns!

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A aluna Taynara Vieira, do 8º Ano, está de idade nova e o Colégio Decisão se alegra muito com isso. Parabéns!!!!!!

sábado, 7 de maio de 2011

Mamãe!







































 

Um garotinho perguntou à sua mãe:

- Mamãe, por que você está chorando?

E ela respondeu:
- Porque sou mulher...

- Mas... eu não entendo.

A mãe se inclinou para ele, abraçou-se e disse:
- Meu amor, você jamais irá entender!

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, porque mamãe às vezes chora sem motivo?

- Todas as mulheres sempre choram sem motivo...
Era tudo o que o pai era capaz de responder...

O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando, fazia a si mesmo a pergunta: "por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?"

Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
- Senhor, diga-me... por que as mulheres choram com tanta facilidade?

E Deus lhe disse:
- Quando eu criei a mulher, tinha que fazer algo muito especial.
Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro... porém suficientemente suaves para confortá-lo.
Dei a ela uma imensa força interior para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provem de seus próprios filhos!
Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar de sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!
Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito...
Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sentimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
Porém, para que possa suportar tudo isso, meu filho... eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!

O homem respondeu com um profundo suspiro...
- Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa.



MÃE
Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.

Mãe, simplesmente mãe.


Veja as mensagens que os alunos do Colégio Decisão fizeram para suas mães:

6º Ano




7º Ano


8º Ano 


9º Ano


Feliz dia das mães

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Quantifiers: much e many

Much significa muito ou muita e é utilizado com substantivos incontáveis. Já o many significa muitos ou muitas e é utilizado com substantivos contáveis. Primeiro, vamos observar quando consideramos um substantivo contável ou incontável!
Substantivos contáveis
Os substantivos podem ser contáveis ou incontáveis. Eles são considerados contáveis – countable nouns – quando se referem a coisas que podemos contar, como por exemplo, quilos, litros, dólares, garrafas, pedaços, canetas, mesas, maçãs, entre outros. Assim, podemos dizer:
There are two bottles of milk. (Há duas garrafas de leite.)
I have five dollars. (Eu tenho cinco dólares.)
Substantivos incontáveis
Os substantivos são considerados incontáveis – uncountable nouns – quando se referem a coisas que não podemos contar, como por exemplo, leite, dinheiro, açúcar, informação, liberdade, felicidade, pão, carne, entre outros. Podemos dizer então:
I have much information about this topic. (Eu tenho muita informação sobre esse assunto.)
I have little money. (Eu tenho pouco dinheiro.)
Uso
Depois de ver se o substantivo é contável ou não, coloca-se o much ou o many antes do substantivo. Vejamos com o much:
There wasn’t much milk in the bottles. (Não havia muito leite nas garrafas.)
He has much money in his pocket. (Ele tem muito dinheiro no bolso.)
We have much time to study. (Nós temos muito  tempo para estudar.)
We don’t have much coffee. (Nós não temos muito café.)
Depois de ver se o substantivo é contável ou não, coloca-se o many ou o much antes do substantivo. Vejamos com o many:
I bought many pears. (Eu comprei muitas peras.)
I have many cents. (Eu tenho muitos centavos.)
We didn’t have many hours. (Nós não tínhamos muitas horas.)
Sheila has many friends. (Sheila tem muitos amigos.)
Nós também podemos utilizar o much e o many para fazer perguntas de acordo também com o substantivo, seja contável ou incontável. Observe:
How much time do we have? (Quanto tempo nós temos?)
How much is this book? (Quanto custa esse livro?)
How many apples do you have? (Quantas maçãs você tem?)
How many cars can you see there? (Quantos carros você pode ver lá?)
Letícia Martins Côrtes
Colaboradora Mundo Educação
Licenciada em Letras - Inglês pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Curso de Aperfeiçoamento em Inglês pelo Centro de Línguas da Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestranda em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Goiás - UFG

Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/ingles/quantifiers-much-many.htm

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Parabéns!

Amanhã, 29/04/2011, sexta – feira, a cidade de são comemora mais um ano.
O Colégio Decisão parabenisa a nossa cidade.








Fábula

Antes de darmos início a este assunto, analisaremos a fábula a seguir:
A Lebre e a Tartaruga

Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre, muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pôs-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!

Analisando a estrutura da fábula, percebemos que ela narra uma história curta, tendo animais como personagens.




 
Um fato bastante interessante é que esses animais adquirem características humanas, agindo como se fossem pessoas, inclusive em algumas fábulas há trechos até com diálogos.

As fábulas geralmente trabalham a ideia de características relacionadas ao comportamento humano,
como, por exemplo, a inveja, a preguiça, a competição, entre outros.

Com isso, a história, que sempre possui um final surpreendente, nos faz refletir sobre essas atitudes que, para nós, devem ser desprezadas, não é mesmo?

E por falar no final da história, é bom que você nunca se esqueça disto:

Toda fábula encerra-se com um fundo moral, justamente para apontar a importância de sempre valorizarmos nossas virtudes, como amor, compaixão, lealdade, compreensão, honestidade, e muitos outros.
Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

Abaixo-assinado - Um gênero textual para exercer a cidadania

É bastante comum vermos pessoas insatisfeitas com determinadas situações no que se refere ao cotidiano de uma forma geral.

Se direcionarmos agora para um contexto histórico, recordaremos que o país tornou-se “democrático” há muito, porém sentimo-nos ainda pequenos e incapazes para solucionar os problemas sociais que tanto nos aflige.


Entretanto, diante desta “pequenitude”, ainda há certos procedimentos que revelam que o ser humano, mesmo correndo o risco de não ser atendido, opta por demonstrar sua insatisfação diante de algum fato ligado à esfera social. Tal medida comprova que, com o passar do tempo, as pessoas estão mais aptas em reivindicar seus direitos enquanto cidadãos críticos e conscientes.


Dentre essas tomadas de atitude figura-se o
Abaixo-Assinado, que como toda linguagem escrita, requer técnicas específicas para redigi-lo. Suas características principais são a argumentação e a persuasão, onde um grupo de pessoas envolvidas num só objetivo se une para solicitar melhorias ou mudanças, reivindicar sobre algum fato decorrente, ente outros.

É importante lembrarmos que o público-alvo a quem serão direcionadas as reivindicações serão pessoas influentes e com total autonomia para tomar o poder de decisão.


Quanto à linguagem, esta deverá ser clara, objetiva e precisa seguindo o padrão formal da linguagem, e estruturalmente, compõe-se das seguintes particularidades:


- Vocativo - No qual conterá o nome do destinatário e/ou o cargo acompanhado do respectivo pronome de tratamento, dependendo do grau de formalismo e da posição ocupada perante a sociedade.

- Corpo do texto - Neste deverá constar a exposição do problema apontado seguido de uma argumentação convincente que a justifique.

- Local, data e assinaturas das pessoas envolvidas na situação - Lembrando que junto ao nome das mesmas, poderá constar dados pessoais, tais como o número de um documento pessoal, cargo ocupado ou endereço.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Parabéns!

O Colégio Decisão se alegra com o aniversário de Geraldo Neto, aluno do 8º Ano! Parabéns!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Orações subordinadas adjetivas

As orações subordinadas adjetivas são aquelas que exercem a função de adjunto adnominal de um substantivo ou pronome antecedente, ou melhor, ela pode depender de qualquer termo (sujeito, predicativo, complementos verbais, complemento nominal, agente da passiva, etc.) que tenha como núcleo um adjetivo ou substantivo. Tais orações vêm introduzidas por pronome relativo (que, quem, qual(is), cujo(a), cujos(as), quanto(a), quantos(as) e onde). Exemplos:

a) A Marina que é filha do Sr. Albuquerque casa-se amanhã.
b) Dilma Rousseff, que é presidente do Brasil, declarou que os gastos do governo com os projetos sociais e com o PAC não terão cortes.

As orações subordinadas adjetivas podem ser classificadas em explicativas e restritivas.

Orações subordinadas adjetivas explicativas:

São aquelas que acrescentam ao antecedente a que se refere uma informação acessória, dispensável ao sentido essencial da frase. As adjetivas explicativas têm como função, à semelhança de um aposto, esclarecer, explicar melhor o termo a que faz referência. Tais orações são separadas na fala por uma pausa, que na escrita é indicada por vírgula. Exemplos:

a) A capital da Bahia, que já foi capital do Brasil, é Salvador.
b) Aquela moça, que esteve aqui ontem, mora em Paris.
c) O policial, que passava naquele momento, prendeu o bandido em flagrante.
d) Meu tio, que é advogado, pode te orientar.
e) O Brasil, que é o maior país da América Latina, é grande também na desigualdade social.
f) Eu, que não estudei nada, fui bem na prova.

Orações subordinadas adjetivas restritivas:

São aquelas que restringem, limitam, precisam a significação do termo a que se refere, sendo, portando, indispensáveis ao sentido essencial da frase. Em outras palavras, as adjetivas restritivas, restringem a função adjetiva a um grupo, eliminando demais possíveis interpretações. Exemplos:

a) Os jogadores que são mais inexperientes não recebem salário.
b) Os artistas que não participaram da campanha beneficente foram criticados.
c) Os policiais que tinham acordo com traficantes foram desligados da corporação.
d) Ele é um dos rapazes que conhecemos ontem.
e) Há alunos que praticam esporte.
f) Não sei o que vou fazer.

Adjetivas Explicativas X Adjetivas Restritivas

As orações adjetivas explicativas e restritivas diferem-se, como você já deve ter notado nos exemplos, quanto ao significado. A presença ou não da vírgula altera o sentido da frase. Veja, nos exemplos abaixo, a diferença entre essas orações:

Os trabalhadores que são eficientes receberão gratificação. (somente os que são eficientes receberão gratificação)
Os trabalhadores, que são eficientes, receberão gratificação. (todos os trabalhadores são eficientes e todos ganharão gratificação)

Os homens que são bons mercem serem recompensados. (só os que são bons merecem serem recompensados)
Os homens, que são bons, merecem serem recompensados. (todos os homens são bons e todos merecem serem recompensados)

Os idosos que gostam de dançar divertiram-se muito. (só se divertiram os idosos que gostam de dançar)
Os idosos, que gostam de dançar, divertiram-se muito. (todos os idosos gostam de dançar e todos se divertiram)

Orações subordinadas

As orações subordinadas são aquelas que, diferentemente das coordenadas, dependem sintaticamente da oração principal, ou seja, exercem uma função sintática em relação à oração principal (ou oração subordinante).

De acordo com a função sintática exercida pela oração subordinada, ela poderá funcionar como termos essenciais, integrantes ou acessórios de outra oração.

Vejamos como isso funciona. Repare no exemplo abaixo:
É necessária sua presença.

Neste exemplo, passando a oração pra ordem ditera temos: Sua presença é necessária, e o sujeito pode ser facilmente destacado: sua presença. Mas e se dissémos isso de outra forma, como no exemplo abaixo?
É necessário que esteja presente.

Repare que transformamos o nosso sujeito em outra oração. Tal oração tem, portanto, a função de sujeito (termo essencial). Veja agora outro exemplo:
Todos querem sua participação.

Na oração acima, o sujeito é todos e sua participação é o objeto direto do verbo querem. Neste caso, se disséssemos: Todos querem que participe, o nosso objeto direto seria transformado em uma oração com a mesma função sintática.

As orações subordinadas são divididas em substantivas, adjetivas e adverbiais. Vejamos primeiro as orações subordinadas substantivas.

Classificação: as subordinadas substantivas podem ser classificadas, de acordo com a função sintática que exercerem, em:

1. Orações subordinadas substantivas SUBJETIVAS:

São aquelas que exercem a função sintática de sujeito. Estas orações veem introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se. Para saber se a oração subordinada exerce mesmo a função de sujeito, basta analisar o verbo e procurar o sujeito na oração principal (faça a pergunta “o que?” para o verbo e a resposta será o sujeito), caso não haja sujeito nesta oração (nem explícito nem oculto), ele será a oração subordinada. Exemplos (a barra nos exemplos abaixo separa a oração principal da subordinada):

É certo /que chegará a tempo. (O que é certo? – que chegará a tempo = suj.)
É necessário /que todos participem. (O que é necessário? – que todos participem = suj.)
Não se sabe /se ela foi embora. (O que não se sabe? – se ela foi embora = suj.)
É pouco provável /que ele aceite. (O que é pouco provável? – que ele aceite = suj.)
Foi exigido que se apresentassem os passaportes. (O que foi exigido? – que se apresentassem os passaportes = suj.)

2. Orações subordinadas substantivas OBJETIVAS DIRETAS:

São aquelas que exercem a função sintática de objeto direto. Estas orações também veem introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se. O verbo de tais orações deve ser um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto. Reparem que nestas construções o sujeito já vem expresso ou subtendido (oculto) na oração principal. Exemplos:

Todos querem /que você jogue. (suj. = todos; v.t.d. = querem; o.d. = que você jogue).
Ninguém esperava /que aparecesse casado. (suj. = ninguém; v.t.d. = esperava; o.d. = que aparecesse casado).
Não sei /se concordará comigo. (suj. oculto = eu; v.t.d. = sei; o.d. = se concordará comigo).

*Fique ligado!!! Há casos em que a objetiva direta (assim como ocorre com os objetos diretos preposicionados) pode ser introduzida por uma preposição sem que, no entanto, esta seja regida pelo verbo. Portanto, a dica é sempre prestar atenção na regência do verbo! Exemplo:

Pedi para que ele voltasse logo. (Pedi que ele voltasse logo) – quem pede, pede O que?, e não PARA que?.

3. Orações subordinadas substantivas OBJETIVAS INDIRETAS:

São aquelas que exercem a função sintática de objeto indireto. Também veem introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se e são precedidas de preposição, que pode vir expressa ou não. O verbo da oração principal é transitivo indireto ou transitivo direto e indireto. Exemplos:

Não me esquecerei do que fez por mim. (suj. = me; v.t.i. = esquecerei; o.i. = do que fez por mim; prep. = de + o).
Todos se lembram de que você não dormiu em casa naquela noite. (suj. = todos; v.t.d. = lembram; o.i. = de que você não dormiu em casa naquela noite; prep. = de).
Não gosto que você volte tarde. (suj. oculto = eu; v.t.i. = gosto – quem gosta, gosta de alguma coisa; o.i. = que você volte trade; prep. não explicitada = de).

4. Orações subordinadas substantivas COMPLETIVAS NOMINAIS:

São aquelas que exercem a função sintática de complemento nominal. Podem vir introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se. Nessas orações, a oração subordinada completa o sentido de um nome (substantivo ou adjetivo) da oração principal e vem precedida de preposição (expressa ou não). Para você não confundir a oração subordinada substantiva completiva nominal com a objetiva indireta, basta observar a oração principal. Caso ela já venha completa, com sujeito, verbo e complemento, então provavelmente a subordinada será uma completiva nominal. É importate que você se lembre também que o objeto indireto é um complemento verbal, portanto completa o sentido de um verbo, enquanto que a completiva nominal completa o sentido de um nome. Exemplos:

Às vezes tenho dúvida de que você me ame. (suj. oculto = eu; v.t.d. = tenho; o.d. = dúvida; comp. nominal = de que você me ame).
Tenho certeza de que serei feliz. (suj. oculto = eu; v.t.d. = tenho; o.d. = certeza; comp. nominal = de que serei feliz).
Tenho a impressão de que ele gostou do imóvel. (suj. = eu; v.t.i. = tenho; o.d. = a impressão; comp. nominal = de que ele gostou do imóvel).
Sou favorável a que o absolvam. (suj. oculto = eu; v. ligação = sou; predicat. do suj. = favorável; comp. nominal = a que o absolvam).

5. Orações subordinadas substantivas PREDICATIVAS:

São aquelas que exercem a função sintática de predicativo do sujeito da oração principal. Podem vir introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se. Exemplos:

Minha ideia é/ que viajemos todos juntos. (suj. = minha ideia; v. lig. = é; predicat. do suj. = que viajemos todos juntos).
Meu desejo era/ que ficássemos juntos. (suj. = meu desejo; v. lig. = era; predicat. do suj. = que ficássemos juntos).
Meu maior problema é/ que confio demais nas pessoas. (suj. = meu maior preblema; v. lig. = é; predicat. do suj. = que confio demais nas pessoas).
O fato é/ que vocês não estudaram. (suj. = o fato; v. lig. = é; predicat. do suj. = que vocês não estudaram).

6. Orações subordinadas substantivas APOSITIVAS:

Exercem a função de aposto da oração principal. A oração apositiva vem sempre separada por vírgula, dois pontos ou travessão. Tais orações são introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes que ou se. Exemplos:

Coloco uma condição:/ que essa seja a última vez. (suj. oculto = eu; v.t.d. = coloco; o.d. = uma condição; aposto = que essa seja a última vez).
Só te peço uma coisa: que não me abandones. (suj. oculto = eu; v.t.d.i. = peço; o.d. = uma coisa; o.i. = te; aposto = que não me abandones).

7. Orações subordinadas substantivas AGENTES DA PASSIVA:

Apesar de muitas gramáticas não reconhecerem esta classificação, podemos nos deparar com construções nas quais a oração subordinada exerce o valor sintático de agente da passiva. Essas orações iniciam-se por pronomes indefinidos (quem, quantos, qualquer, etc.) precedidos das preposições por ou de. Exemplos:

O trabalho foi escrito/ por quem entende do assunto. (agente da passiva = por quem entende do assunto).
As ordens são dadas por quem tem autoridade. (agente da passiva = por quem tem autoridade).

*OBS.: As orações subordinadas substantivas que não forem introduzidas pelas integrantes que ou se, podem ser iniciadas por pronomes, pronomes indefinidos ou advérbios interrogativos, passando a ser chamadas de JUSTAPOSTAS, já que estão apenas “colocadas” junto à oração principal. Exemplos:
Quero saber como chegaram até aqui. (objetiva direta)
Quem tudo quer tudo perde. (subjetiva)
Ele era quem mais dava trabalho. (predicativa)
FONTE: qieducacao.com

Páscoa

Acompanhe a festa que os alunos participaram no Colégio Decisão.

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